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Chegar até Kenzo foi o trajeto mais louco e emocionante que percorri. Foi numa sala fria e com poucas palavras que essa história começou.

Vc passará por um tratamento e se tudo der certo em seguida faremos uma cirurgia. Aconselho que se prepare para a possibilidade de não ter filho, pois não sabemos o resultado desse procedimento“.

Arvore, caminho, estrada, gestação, gravidez,

Foi-se o tratamento, assim também a cirurgia, e principalmente: uma reorganização interior – para que independente do resultado, eu pudesse me sentir feliz e completa…

Bem, para minha grata e feliz surpresa, a proximidade com Kenzo se estabelecia.

Exatamente um ano depois, me deparei com a curva mais inclinada do caminho, mas foi ela que me permitiu constatar que eu estava na estrada que me levaria a Kenzo.

Oito meses abastecendo o carro, limpando os faróis, fazendo a manutenção e pronto: cheguei no último quilômetro. O mais esperado, o mais difícil.

Logo a frente pude ver um rio e eu precisaria atravessá-lo, pois me levaria a Kenzo. Me exigiu então pegar um barco. Logo eu que não sei nadar. Uffa!!! Atravessei a ponte, voltei para o carro e com medo, insegurança e muita emoção chegamos a reta final da viagem.

Quando me dei conta… Lá estava eu, cansada (mas isso não fazia nenhum sentido naquele momento!), muito emocionada e apaixonada, com o HEITOR KENZO nos braços…

O caminho de Kenzo me levou a superação das minhas forças físicas, emocionais, espirituais…

Na próxima conversa falaremos um pouco mais dessa superação, que não é só minha. Mas, de muitos Pais e Mães por aí…

Fabiana Soares Duarte  – Mãe do Heitor, administradora, especialista em gestão escolar, educadora – atuando há 14 anos com educação, artesã por paixão, adepta por convicção a teoria sócio-construtivista, estudiosa e curiosa na arte da maternagem e seu último desafio foi aprender o sistema Braille.

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