29

jun

17

Invasões

Quantas são invadidas diariamente? Explico. Perante a sociedade são comuns as invasões sociais sofridas por mulheres. Elas podem se dar de muitas formas. É sentida em vários setores da individualidade feminina.

Com o nascimento, as mulheres são tratadas como fantoches. A rosa é a sua cor, mesmo, sem que ela, bebê, afirme que esta é a coloração de sua predileção. Ao crescer, ninar as “bonecas” é sinônimo do “ser mulher”. No início da puberdade muitas começam a preparar o enxoval para o casamento. Normalmente, componentes da família já lhes arrumam os namoradinhos, sem que elas nem os conheçam. Até que, hoje em dia, de vezem quando, são incentivadas a estudar e se profissionalizar. Porém, na primeira oportunidade, os “bons partidos” lhes são apresentados. Os comentários são mais ou menos assim: “Já que é importante o casamento, que seja com alguém com situação financeira definida. ” Respeitar a vontade feminina e a deixar à vontade para tocar a sua vida como pensa que será feliz. Seria utopia? Hora ou outra, a mulher ouvirá que seria bom se relacionar com determinada pessoa.

E quando ela opta por se relacionar com alguém, as perguntas também são rápidas: “Quando será o casamento? ”. Enquanto o casal não se une em matrimônio, ou união estável, não satisfaz a intromissão. Casados, sejam felizes para sempre! E asperguntas continuam: “Quando virão os herdeiros? ”. Com a chegada dos nenéns, se forem apenas do sexo masculino, os questionamentos são sobre a possibilidade da chegada da menina, e vice-versa. Ressalte-se que, se o casal possui apenas meninas, as perguntas sobrea chegada do “varão” não querem calar.

Ir a uma festa e não se portar como a maioria, é motivo de inquirição:“Porque não bebe nada? ”. E não sossegam por aí: “Não come carne, porque? Não tem medo de ficar doente por ser vegetariana? ”. Parece que o senso comum deve ser seguido de forma obrigatória. Sair um pouquinho do que não é aparentemente normal, causa espécie. (mais…)

COMENTAR Comentários desativados em Invasões

Estava aqui mexendo nos meus posts e fiquei com saudades de quando Rud e eu celebramos a comemoração dos nossos 10 anos de casados, efetivamente casando no religioso. Nunca imaginei que as lembrancinhas tivessem um papel tão especial numa cerimônia religiosa porque, mais do que o sentimento da celebração, é o seu toque pessoal em cada detalhe, e foi pensando nisso que compartilharei com vocês os detalhes da minha cerimômia, que aconteceu ha 04 anos.

Caixinha forrada com tecido branco e fita dourada, personalizada, lembrança dos padrinhos de casamento.

A caixinha foi toca encapada e personalizada, ela foi uma lembrancinha especial para os padrinhos, na tampa interna tinha uma mensagem de agradecimento não apenas no casamento, mas também pela importância em nossas vidas, e dentro tínhamos Bis (chocolate) encapados dois a dois, cada par era encapado e personalizado com meu nome e do Rudson. O papel era dourado, e grafia em branco e o laço que unia os pares também era branco. (mais…)

criança indo para a escola

Fabiana Soares Duarte  – Mãe do Heitor, administradora, especialista em gestão escolar, educadora – atuando há 14 anos com educação, artesã por paixão, adepta por convicção a teoria sócio-construtivista, estudiosa e curiosa na arte da maternagem e seu último desafio foi aprender o sistema Braille.

COMENTAR Comentários desativados em Meu filho vai para a escola, e agora?
...910111213...203040...
Link me

Copyright © 2017 Michelle Bueno