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Ok, acredito que fui a última pessoa do mundo a descobrir o Netflix e, depois disso, AFFF.. Pensa em alguém que assistiu séries como se não houvesse amanhã, EU!

De qualquer maneira, na última quinta-feira (21), o gigante do streaming divulgou os lançamentos de seu catálogo para outubro, entre séries, filmes e documentários e especiais. Vou mostrar para vocês alguns dos programas que eu não perderei por N A D A.

Uma das que minha família e eu estávamos esperando é a segunda temporada de “Stranger Things”. No mais, em que pese eu ter acompanhado em tempo real pela web, assistirei novamente “The Flash” (3ª temporada), “Arrow” (5ª temporada), “Suits” (7ª temporada) e “Criminal Minds” (12ª temporada).

Já nos filmes não surgiu nada digno de nota dentro do que eu curto assistir. Já no tocante a cinema nacional, um salve para o filme de Larissa Manoela “Os Meus 15 Anos: O Filme” que minha caçula está louca para assistir.

Stranger Things (Temporada 2) – 27/10/2017

Sinopse: A segunda temporada começa mostrando que, mesmo um ano depois de voltar do Mundo Invertido, Will continua estranho. Sua mãe faz de tudo para que as coisas voltem ao normal e até começa a namorar um antigo colega de classe.
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O único lugar, que eu desejei MUITO conhecer em Marselha/FR foi a “Basilique Notre Dame de la Garde”, ausente total e completo cunho religioso, porém, com um desejo imenso de contemplar a melhor vista da cidade.

O dia estava congelante, estávamos companhados de um casal com o qual fizemos amizade no Cruzeiro, procuramos os sempre clichês “passeios por Marselha” no lobby do hotel, porém, os valores eram muito altos.

Na cara e na coragem, pedimos algumas informações e voilaa, descobrimos uma linha de ônibus que fazia exclusivamente a subida até a basílica e a descida até o porto antigo. Não me recordo sobre qual o numero do ônibus nem o valor da passagem, mas foi muito simples e barato chegarmos até lá, a partir do porto. (mais…)

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22

set

17

Não é normal

Dentre as muitas violências domésticas que tive conhecimento, através do labor diário, algumas histórias ficaram marcadas. Maria é o nome fictício de uma vítima que conseguiu sair do ciclo de violência, após muita amargura.

A vítima era dez anos mais nova que o seu algoz. João, extremamente galanteador, para ganhar a confiança e o amor de Maria, não economizou carinho aos amigos, amigas e familiares da sua vítima. Ela se apaixonou pelo jovem que parecia vindo de contos de príncipes e princesas. Algumas dicas de que o relacionamento seria difícil foram dadas durante o namoro. Todavia, ela, que havia sido educada para o casamento, sequer percebeu. Segundo conta, namoraram menos de um ano para convolar núpcias. Durante o noivado, algumas situações de choro eram presenciadas pela família da noiva. Entretanto, nada retirava dela a vontade de viver eternamente aquele amor. Quando ainda namoravam, um dia de sol, ele brigou na rua, do nada, por achar que um desconhecido passou olhando para a sua amada. Quando contou o episódio a algumas pessoas, acharam comum. Diziam: “É ciúme, coisa que passa com o tempo.”.

Casaram-se. E em lua de mel tudo deve ser lindo. Estavam passeando por uma praça, quando ele começa a implicar dizendo que ela olhava para o pipoqueiro. Sentaram para jantar em um restaurante, momento em que o homem passa a afirmar que estaria olhando para um rapaz sentado na mesa ao lado. A mulher começa a perceber que em todos os lugares, na visão dele, sempre estaria olhando para algum homem. Não importava a idade, condição social, raça, credo etc. De acordo com o ciumento, a mulher olhava com desejo para todos do sexo masculino.

A forma encontrada pela esposa, diante de tanto ciúme, foi passar a olhar para baixo. Em todos os lugares havia alguém que ela contemplava. Na família dele era pior. O marido costumava dizer que, como era invejado por todos, a tendência seria os seus parentes se interessarem por ela. Os tios, primos, cunhados, amigos próximos, todos, sem exceção, a olhavam com cobiça. Virara paranoia?

Não há como saber. Quando o primeiro filho do casal nasceu, a mulher imaginou que o ciúme poderia ir embora. Como a sua atenção estaria voltada para o bebê, não poderia estar olhando para os outros. Ledo engano. Tudo é motivo para um ciumento. Agora, os homens se aproximavam dela com a desculpa de ter contato com a criança. Um dia o problema se acentuou, quando ele passou a imaginar que o seu próprio pai poderia estar “de olho” em sua mulher, ao brincar com o neto no colo dela. (mais…)

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