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Plissado: Que tem dobras; franzido, pregueado. É uma das tendências que tem chamado à atenção de quem gosta de moda, acentuadamente desde o inverno passado, segundo a minha humilde observação. São saias longas, curtas, vestidos, blusas e muitas outras opções que com certeza farão bonito por aí.

Moda Plissado

Engana-se quem pensa que o plissado surgiu recentemente, Do clássico vestido branco de Marilyn Monroe aos modelos fashion usado pela personagem Carie Bradshaw, em Sex and The City é uma tendência que tem charme, elegância e feminilidade acima de qualquer suspeita.

Para todos os momentos e eventos, o plissado pode ser combinado, por exemplo, com t-shirts numa aposta descontraída ou ainda em forma de vestido ou saias longas para eventos sociais. Atenção apenas para quem possui o quadril mais largo, aposte em tecidos leves e fluídos para não aumentar a silhueta, já às baixinhas devem evitar a aposta midi.

Eu ainda não tenho nenhuma peça plissada, e vocês?

Imagem: Cinderela de Papel

Dar banho, trocar fraldas, administrar birras, impor limites e educar são temas muito debatidos pelas mães na internet, que tem uma rede consolidada de apoio e troca de experiências, quando se trata de filhos. Recentemente recebi o contato querido do “Pai que Cria” para o lançamento do seu portal que tem como escopo mostrar que os pais podem e DEVEM ter seu papel respeitado e merecem muito mais do que amor, mas consideração como figura que participa ativamente da vida dos filhos.

Pai que Cria - Cuiaba - Rafael Milon - Publicitario - Michelle Bueno

Com o objetivo de incentivar a participação dos pais na rotina e criação dos filhos, Rafael Milon, pai de duas meninas, elaborou o projeto do site para mostrar que “pai não ajuda”, pai cria. Ele pretende, ainda, ministrar cursos para pais de primeira viagem e realizar rodas de conversas gratuitas com pais. O publicitário possui além do site, um instagram, onde compartilha experiencias relacionadas a educação positiva e paternidade consciente.

Pai que Cria - Cuiaba - Rafael Milon - Publicitario - Michelle Bueno

Nas sábias palavras de Milon, ele revela sua motivação para o projeto “Pai que Cria”: Sempre me incomodou ouvir a expressão “eu ajudo” a minha esposa. Me incomoda mais ainda ouvir mães falando “meu marido não ajuda” ou “meu marido ajuda”. Isso causava uma inquietude, porque, na minha cabeça, pai não tem mesmo que ajudar, tem que tomar pra si a responsabilidade de criar o filho que colocou no mundo.

Talvez isso seja tão óbvio para mim, por conta da minha história de vida, mas eu não concebo e não entendo, como que alguns pais não participam da vida dos seus filhos, já que é tão maravilhoso e gratificante estar com eles. Não estou aqui para julgar ninguém, como eu falei somos frutos de nossas vivências, mas eu, Rafael, não conseguiria ser diferente. Penso que os pais que não o fazem, estão perdendo uma ótima oportunidade de descobrir a alegria dos pequenos momentos. Perdem ainda, a chance de participar ativamente do desenvolvimento da criança, ocupando o lugar referente a ele, que é diferente do papel da mãe no desenvolvimento psicológico e social do filho. (mais…)

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29

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Bropriating

O feminismo vem cunhando inúmeros verbetes a serem adaptados ao vocabulário. Alguns deles explicam situações corriqueiras do dia a dia, que só é possível compreender com ocorrências vivenciadas.

Para o Ser Humano, que, em regra, vive em mundo egoísta, a dor forte se sente quando acontece bem próxima. As discriminações, primordialmente, do gênero feminino, recebem valor quando mulheres da família ou amigas próximas são vítimas. Em reuniões de trabalho, não raras vezes, é perceptível que a voz dada ao gênero feminino não possui o mesmo peso do masculino. Antigamente assistia-se a tudo isso pacificamente. Entretanto, como as mulheres se mostraram com a mesma competência e capacidade atribuída outrora apenas a homens, os preconceitos são vistos com maior facilidade.

Bropriating é um neologismo da língua inglesa, formado pela junção de “bro”, advindo de “brother”, com “propriating”, da palavra “appropriating”. Logo, acontece quando alguém se apropria de ideia alheia, e, dela faz uso. Geralmente essa “apropriação indevida” vem precedida de uma interrupção da voz feminina, fazendo com ela não seja ouvida, para posteriormente, consumir da opinião.

Os espaços de poder, apesar do trabalho incansável feminista, são de dominação masculina. Então, mesmo que a mulher atue com primazia e conhecimento qualificado sobre determinado assunto, as opiniões dos homens ainda chegam com maior frequência aos ouvidos. Dantes, a palavra intelectual era totalmente masculinizada. Poucas mulheres conseguiam esse reconhecimento. A massa ainda assim entende.

Ser ouvido ou ouvida, bem como, ter ideias consideradas, é primordial para a carreira de qualquer pessoa. Juízos tirados podem estagnar a profissional. Inclusive, a conhecida “Síndrome do Impostor” pode fazer com que doenças apareçam, dando lugar à insegurança. (mais…)

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